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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Noção intuitiva de limite

       Seja a função f(x) = 2x + 1. Vamos dar valores a x que se aproximem de 1, pela sua direita (valores maiores que 1) e pela esquerda (valores menores que 1) e calcular o valor correspondente de y:

x
y = 2x + 1
1,5
4
1,3
3,6
1,1
3,2
1,05
3,1
1,02
3,04
1,01
3,02

x
y = 2x + 1
0,5
2
0,7
2,4
0,9
2,8
0,95
2,9
0,98
2,96
0,99
2,98


   Notamos que à medida que x se aproxima de 1, y se aproxima de 3, ou seja, quando x tende para 1 (x Implica em 1), y tende para 3 (y Implica em 3), ou seja:



    Observamos que quando x tende para 1, y tende para 3 e o limite da função é 3.
    Esse é o estudo do comportamento de f(x) quando x tende para 1 (Implica em 1). Nem é preciso que x assuma o valor 1. Se f(x) tende para 3 (f(x Implica em 3), dizemos que o limite de f(x) quando Implica em 1 é 3, embora possam ocorrer casos em que para x = 1 o valor de f(x) não seja 3.

    De forma geral, escrevemos:



se, quando x se aproxima de a (x tende a), f(x) se aproxima de b (f(x) tende a b).

                       

                        Como x² + x - 2 = (x - 1)(x + 2), temos:

                       

   Podemos notar que quando x se aproxima de 1 (x tende1), f(x) se aproxima de 3, embora para x = 1 tenhamos f(x) = 2. O que ocorre é que procuramos o comportamento de y quando x tende 1. E, no caso, y tende  3. Logo, o limite de f(x) é 3.
    Escrevemos:
                         

   


  Limites (de um ponto de vista informal). Se os valores de f(x) puderem ser tornados tão próximos quanto quisermos de L, fazendo x suficientemente próximos de a (mas não igual a a), então escrevemos:


  
o qual deve ser lido como "o limite de f(x) quando x tende a a é L."

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